SINDJUFE-TO PARTICIPA DO FONAPRECAM, EM FLORIANOPOLIS NOS DIAS 25-27 DE AGOSTO/2017

O SINDJUFE-TO – Sindicato dos Trabalhadores do Poder Judiciário Federal no Tocantins, desde o ano de 2016, assumiu uma atividade intensa na prevenção e no combate ao assédio moral no serviço público, como parte integrante de suas ações pela construção de uma política de promoção à saúde e de melhoria da qualidade de vida dos servidores do judiciário federal no ambiente de trabalho.
 

 

É certo que o problema do assédio moral não é apenas uma questão individual. Ele afeta o trabalho de todos e deve ser combatido de forma coletiva. A violência moral no ambiente de trabalho é institucional e coletiva, decorrente da estrutura hierárquica de funcionamento e da gestão que vigora no Judiciário Federal, em que  – algumas vezes – a autoridade do juiz ou das chefias é exercida com excessos de autoritarismo e abuso de poder.
 
E com o propósito de desenvolver uma atuação unificada de estratégias de prevenção e combate ao assédio moral, no âmbito do serviço público federal, estadual e municipal, os coordenadores Janner Mendonça, Olga Barroso e Elmir Lourinho, participaram, entre os dias 25 e 27 de agosto de 2017, na cidade de Florianópolis-SC, do quarto encontro do Fórum Nacional Permanente de Prevenção e Combate ao Assédio Moral no Serviço Público – FONAPRECAM.
 

 

A finalidade desse último encontro foi discutir e aprovar o estatuto dessa futura entidade associativa, que tem por objetivo principal expurgar do nosso ambiente de trabalho essa violência moral que, com o aprofundamento do modelo de metas, terceirizações, tem aumentado significativamente, provocando agravos na saúde mental dos servidores, com repercussão em várias esferas de sua vida pessoal, familiar e profissional.
 
Os trabalhos dos representantes sindicais de diversos estados foram intensos durante esse encontro. No entanto, em face de sua complexidade, não foi possível concluí-lo em sua totalidade e deverão continuar em uma próxima reunião deliberativa, a fim de finalizar os estudos sobre o novo estatuto, aprová-lo e consolidar esse relevante projeto de combate ao assédio moral no serviço público.

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